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PEQUENA ANÁLISE FRIA DA OBRA DE DARCY RIBEIRO

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PEQUENA ANÁLISE FRIA DA OBRA DE DARCY RIBEIRO

Mensagem por Grimmwotan em Dom Jun 29, 2014 7:21 am

PEQUENA ANÁLISE FRIA  DA OBRA DE DARCY RIBEIRO



Por Grimmwotan


Apresentação
Este pequeno texto foi engendrado com base em uma entrevista recente feita com Darcy Ribeiro e em seu livro “...O Povo Brasileiro...”, procurando entender como o referido autor pensava, e quais os limites de seu pensamento, seus acertos e suas falhas.


Sumário


Capa e Apresentação..........................................página 01


Obra e Falha de Darcy Ribeiro........................................03


Conclusão.........................................................................15


Bibliografia.......................................................................17










Obra e Falha de Darcy Ribeiro

Primeiro, que seja entendido, o Mundo conforme a visão de Darcy Ribeiro é um entojo vermelho, onde a foice e o martelo são respostas para tudo, e neste mundo beleza e vigor são sinônimos de indigenismo, tudo que é Europeu é vinculado a vicissitude e decadência, coisa que pode ser vista apenas observando a passagem que consta da contracapa, do Livro “...O Povo Brasileiro...”, do referido autor:

"...Para os que chegavam, o mundo em que entravam era a arena dos seus ganhos, em ouro e glórias. Para os índios que ali estavam, nus na praia, o mundo era um luxo de se viver. Este foi o encontro fatal que ali se dera. Ao longo das praias brasileiras de 1500, se defrontaram, pasmos de se verem uns aos outros tal qual eram, a selvageria e a civilização. Suas concepções, não só diferentes mas opostas, do mundo, da vida, da morte, do amor, se chocaram cruamente. Os navegantes, barbudos, hirsutos, fedentos, escalavrados de feridas de escorbuto, olhavam o que parecia ser a inocência e a beleza encarnadas. Os índios, esplêndidos de vigor e de beleza, viam, ainda mais pasmos, aqueles seres que saíam do mar..."

Na página 8 a famosa gafe de Darcy Ribeiro, de risivelmente apresentar o povo brasileiro como unido ao povo latino americano, aparece em todo o seu esplendor, ao lado de uma crítica ao marxismo transplantado da Europa, que na visão turva de Ribeiro, não abrange com respostas baseadas na erudição por não levar em consideração os vícios do povo, os quais ele enaltece com virtudes "...afirmando-os como criatividade popular, que mescla tradições mais díspares..." - o que não é surpreendente, Ribeiro tem aversão a suas origens não indígenas e enaltece as indígenas, na verdade ele enaltece a mestiçagem ao ponto de deixar em segundo plano as origens indígenas.

Em verdade na referida página, quando Darcy Ribeiro tece palavras bonitas para embelezar sua ira, sob o drama cafona que aparece sob o conceito de transfiguração étnica - transformação de uma etnia, ou melhor dizendo, transformação de uma raça - é afirmado como sendo o processo pelo qual os povos/raças/etnias surgem, morrem ou se transformam,tudo isso atestado pelo medo de morrer que se instigava nele naquele período, que o tornou um fanático tanto pelo que supunha ser correto, como pelo que supunha acreditar - como pode ser visto na página 9.

Na página 10 Ribeiro afirma:

"...sob a regência dos portugueses, matrizes raciais díspares, tradições culturais distintas, formações sociais defasadas se enfrentam e se fundem para dar lugar a um povo novo (Ribeiro 1970), num novo modelo de estruturação societária. Novo porque surge como uma etnia nacional, diferenciada culturalmente de suas matrizes formadoras, fortemente mestiçada, dinamizada por uma cultura sincrética e singularizada pela redefinição de traços culturais delas oriundos.."

Afirmando em verdade a apologia a devastação e aculturação inatas em suas palavras, cobrindo cada ponto de sua obra, e em verdade reafirmando sua famosa gafe, quando na mesma página ele afirma:

"...variantes da versão lusitana da tradição civilizatória europeia ocidental, diferenciadas por coloridos herdados dos índios americanos e dos negros africanos..."

Pois em verdade os índios existentes na região do que hoje é chamado Brasil, são totalmente diferentes dos povos Incas, Astecas, Maias e demais etnias existentes só na América do Sul e Central, e totalmente diferentes dos povos indígenas existentes na região do que hoje é chamado Estados Unidos da América e Canadá. Em verdade mesmo os negros provenientes da África, vieram de povos específicos para a América do Norte e de outros povos para a América do Sul.

Em verdade Ribeiro afirma nesta página que o potencial dos Portugueses só pode realmente crescer e aparecer, em meio a aculturação e miscigenação maciça, pois Ribeiro é famoso por seus ataques ao fato dos portugueses e espanhóis terem resistido a presença dos árabes sem se alterarem grandemente, inclusive geneticamente.

Cita Ribeiro ainda na mesma página que:

"...a imigração, que introduziu, nesse magma, novos contingentes humanos, principalmente europeus, árabes e japoneses. Mas já o encontrando formado e capaz de absorvê-los e abrasileirá-los, apenas estrangeirou alguns brasileiros ao gerar diferenciações nas áreas ou nos estratos sociais onde os imigrantes mais se concentraram..."

Mais uma vez afirmando a miscigenação como única resposta de ser brasileiro, e do que não é miscigenado como sendo a estrangeirização, ou se preferirem, alienação, aliás Ribeiro afirma o Brasil como "...um estado uni-étnico..."
, algo fundido e destituído de raízes antigas, algo novo e completamente massificado na fusão de ideias em choque,e de povos cuja natureza diverge, como sendo algo positivo e construtivo.

Na página 11 Ribeiro afirma seu sentimento de ódio a tudo que seja de origem Europeia, onde é afirmado pelo distinto portador de apedeutismo cognitivo que:

"...O povo nação surge, isto sim, da concentração de uma força de trabalho escrava, recrutada para servir a propósitos mercantis alheios a ela, através de processos tão violentos de ordenação e repressão que constituíram, de fato, um continuado genocídio e um etnocídio implacável..."

Se Darcy Ribeiro tem tanta certeza do dito "...povo nação mestiço brasileiro diferente do resto do mundo...", então como é possível que exista um genocídio ou “etnocídio” implacável - ou seja um genocídio impiedoso, sem misericórdia, onde todos foram erradicados - pois segundo o dicionário genocídio significa:

"...s.m. Extermínio que, feito de maneira deliberada, aniquila (mata) uma comunidade, um grupo étnico ou religioso, uma cultura e/ou civilização..."

Curioso que Darcy Ribeiro, abrange muito o conceito do povo massa que tem em meio a si uma "...coloração mais escura...", e que o medo da rebeldia dos escravos estava - na mentalidade de Ribeiro - tão inato na sociedade, que havia o medo de que ocorre uma explosão, e pela própria análise do autor, foi encaminhado a saídas paralelas, que conduziram a ditadura brasileira em 1964 da vulgar era cristã, a qual é vista como uma saída não brasileira, e portanto estrangeira, das classes citadas como dominantes por Ribeiro.

Bem, Ribeiro neste ponto evitou de todas as formas possíveis citar que o povo negro proveniente do continente chamado África, foi surrado, torturado e vendido originalmente, para seus próprios irmãos negros, como um, hábito tribal comum, e que com o advento das tentativas de dar a volta na África para chegar as Índias - como era comum citar na época - os povos Africanos migraram em massa para perto das regiões onde portos começaram a ser erguidos, e passaram a comercializar com os que nos navios estavam, vendendo o que tinham de melhor para oferecer, ou seja, escravos negros, em troca do que "...ELES PRÓPRIOS..." julgavam valer cada um de seus próprios irmãos negros.

Ribeiro também evita deixar claro que nos navios vinham homens negros responsáveis pelo trato dos escravos, por chicoteá-los e por fornecer informações aos compradores nas Américas - como era costume dizer na época.

Ribeiro também esqueceu de citar em seu "...O povo brasileiro...", que dentro das senzalas haviam um que não trabalhava, um que era muito bem alimentado, um que tinha por único atributo "...ter filhos com as escravas...", e que ali era mantido como "...pai de todos os escravos...", e seu líder em cada senzala, e que os mantinha quietos para permanecer vivendo em conforto, como um rei local, exatamente como ocorria na África.

Notemos todos que isso tem reflexos imediatos dos mais variados tipos, pois Ganga Zumba que é tio do famigerado Zumbi de Palmares, descendia dos imbagalas, os "...senhores da guerra..." da África Centro-Ocidental, os quais viviam de modo extremamente similar ao dos moradores do Quilombo dos Palmares, sendo que esses imbagalas eram conhecidos por prática de canibalismo, infanticídio e morte de escravos antes de batalhas, sendo que três quartos dos 1.700.000 (UM MILHÃO E SETECENTOS MIL) eram constituídos de negros, dos quais uma imensa maioria foi raptada e presa pelos imbagala - conforme nos informa Paul Lovejoy.

Aliás Palmares nos mostra muitos dos traços naturais africanos, pois os escravos que conseguiam chegar sozinhos ao Quilombo, poderiam permanecer livres, mas os escravos que eram "...raptados..." das fazendas, permaneciam escravos por todo o período em que estivessem no Quilombo de Palmares, e segundo João Blaer, quando tentavam fugir, se fossem capturados eram mortos pelos demais negros de Palmares.

Mas a verdade pode ser ainda pior pois o tio de Zumbi, Ganga Zumba, é frequentemente tachado como traidor, pelos fanáticos ideológicos, por conta de um tratado de paz que propôs aos portugueses, em 1678 da vulgar era cristã, que levou Recife a recebê-lo com as honras de um chefe de Estado. Pelo tratado Gamga Zumba se comprometeu com o governador pernambucano de construir Palmares em outro lugar e devolver os escravos não nascidos em Palmares, sendo que em troca o governador cessou os ataques ao quilombo de Palmares.

Quando aos índios brasileiros, temos alguns pequenos problemas que devem ser elencados, para que as máscaras caiam  por terra.

Em nossos tempos atuais Secretaria de Segurança Pública de Mato Grosso do Sul comprovou que a grande maioria dos assassinatos ocorridos com indígenas, não é proveniente de choques com produtores rurais, mas são decorrentes em verdade de desavenças, brigas e violência entre os próprios índios, em resumo, os índios não estão sendo mortos por produtores rurais, eles estão assassinando uns aos outros.

Isso sem mencionar a verdade por trás dos movimentos indigenistas em favor de mais terras para os povos indígenas, pois as tribos indígenas da chamada Amazônia Legal, que detêm cerca de 25% do território brasileiro de reserva ambiental, onde é proibida atividade econômica, estão mobilizados para defender a mineração nessas áreas de preservação.
Ou como descreve Jader Christo, neto de índios, que afirma publicamente que os índios "...viviam cheio de picadas de mosquito, vermes, malária..." e que não possuíam roupas descentes, pois por análise direta de seus termos, as que vestem são similares àquelas que usavam quando se encontraram com os europeus em meados de 1.500 da vulgar era cristã.

Aliás, o sociólogo Francisco de Oliveira, em entrevista a Folha de São Paulo, já deixaou bem claro que a esquerda quer um Estado Indígena separado do Brasil, esquerda esta que mente descaradamente sobre Zumbi de Palmares e o famigerado e malfadado Quilombo de Palmares, como pode acima ser observado.

Na verdade Darcy Ribeiro cometeu outra gafe razoavelmente grosseira, pois em seu "...O Povo Brasileiro...", ele cita - na página 14 - que supostamente em mais alguns séculos alguns dos povos indígenas brasileiros estariam dominando outros, e os usando como força de trabalho, e ou por ignorância ou por canalhice, ele que como antropólogo ao que tudo indica foi em verdade um ótimo maoísta, esqueceu que os povos presentes em todo o território Americano de Sul a Norte, ficaram isolados do resto do mundo - salvo algumas teorias de contato, que são execradas pela maioria dos sociólogos e antropólogos, mesmo que contenham sua própria sabedoria - por um período de 10.000 anos, e nestes 10.000 anos de isolamento os exemplos de desenvolvimento somente podem ser citados em meio a Astecas, Incas e Maias, o que equivale a dizer que somente houve ocorrência de civilização da Meso América até a região onde se situa Peru e Colômbia, estando os povos presentes nas extremidades em estado de desenvolvimento inferior, o qual pode ser visto como aparente em relação a porção norte do continente americano e de fato, na porção sul do continente americano.

Os detalhes acima simplesmente implicam em uma coisa muito simples, que em momento algum os povos indígenas da região do Brasil, por exemplo, desenvolveriam qualquer cultura ou sociedade sofisticada no nível dos Incas, e é mais provável que fossem absorvidos como ocorreu com outros povos menores, e passassem a pagar tributos pesados como foi o caso de todos os povos conquistados pelos Incas em sua expansão, e notemos que de fato os espanhóis jamais teriam conquistado os povos da américa central e do sul, sem que os próprios povos indígenas que estavam completamente descontentes, como foi o caso dos povos controlados e assimilados pelos próprios Incas por exemplo, não os tivessem em tudo auxiliado neste intento, como é citado por María Rostworowski, ou como o próprio Darcy Ribeiro floreia em seu “...O Povo Brasileiro...”, tropas inteiras de índios que apoiaram os portugueses foram a causa da completa derrota dos Tamoios e de outras tribos na região do Brasil.

Aliás, Ribeiro desfaz todos os seus argumentos quando faz uma citação posterior curiosa, em seu “...O Povo Brasileiro...”:

“...Provavelmente seriam pessoas generosas, achavam os índios. Mesmo porque, no seu mundo, mais belo era dar que receber. Ali, ninguém jamais espoliara ninguém e a pessoa alguma se negava louvor por sua bravura e criatividade...”

Em resumo, ele próprio afirma que os índios presentes no Brasil jamais conseguiriam usar de força ou de organização para espoliar e obrigar a outros como os Incas, por exemplo, o fizeram, para se expandirem como uma civilização propriamente dita.

Darcy Ribeiro cita a presença de europeus no Brasil como algo desenvolvido e prenhe do que ele de forma contumaz tacha de “...classista...”, uma vez que em seus bloqueios cognitivos ele vê a vicissitude vinculada a presença de classes sociais, e evita citar que esta ordem social causa progresso em si mesma, pois estabelece uma ordem e uma execução eficiente de obrigações e objetivos, sem os quais alguém ou um grupo de pessoas, virá a perecer perante os que estiverem mais organizados.

Em verdade, usando um excerto de Ribeiro, podemos notar um quase acerto seu, aliado a diversas falhas:

“...Suas ciências eram um esforço de concatenar com um saber a experiência que se ia acumulando. E, sobretudo, fazer praticar esse conhecimento para descobrir qualquer terra achável, a fim de a todo o mundo estruturar num mundo só, regido pela Europa. Tudo isso com o fim de carrear para lá toda a riqueza saqueável e, depois, todo o produto da capacidade de produção dos povos conscritos...”

“...Era a humanidade mesma que entrava noutra instância de sua existência, na qual se extinguiriam milhares de povos, com suas línguas e culturas próprias e singulares, para dar nascimento às macroetnias maiores e mais abrangentes que jamais se viu. O motor dessa expansão era o processo civilizatório que deu nascimento a dois Estados nacionais: Portugal e Espanha, que acabavam de constituir-se, superando o fracionamento feudal que sucedera à decadência dos romanos...”

Ribeiro como antropólogo desprezou os fatores de desenvolvimento movidos pela inteligência, para atender as suas necessidades claramente de distorção de resultados.

Ribeiro em momento algum avalia que o mesmo estava ocorrendo naquele exato momento em outras localidades, sob a bandeira do Islã, e que os massacres culturais gerados em todos os países por onde esta aberração humana passou, são do mesmo calibre dos que os cristãos cometeram, mas que a sociedade islâmica ficou paralisada em estado feudal por centenas de anos, após o começo do desenvolvimento da Europa, como podemos notar pela existência das próprias grandes navegações iniciadas por Portugal e Espanha.


Estes dois Estados são herdeiros culturais e genéticos diretos dos que foram chamados “...povos bárbaros...” pelos livros de história em todo planeta, ou seja, são herdeiros genéticos e culturais dos Visigodos, que combateram e finalmente expulsaram os hunos da região da Europa, e dominaram toda a região de Espanha e norte de Portugal e ali estabeleceram o Reino de Gotland no século V da vulgar era cristã, e as leis chamadas de Breviário de Alarico que pautaram as leis de todos os Estados europeus em tempos posteriores, e os vícios posteriores que se mostraram em meio a estes dois Estados, se mostraram ligados a ideia torpe de se apresentarem como judeus genéricos, tal e qual é citado na bíblia como sendo correto segundo Gálatas 3:07, 3:27 e 3:28 e Romanos 2: 28 e 2:29, apenas como exemplo – isso nada mais sendo que coisas aparentadas com algo que floresceu posteriormente na Inglaterra e nos Estados Unidos da América, com o nome de Israelismo Britânico.


Em outros trabalhos seus, como é o caso de uma entrevista que gerou o artigo “...Mestiço é Bom...”, seu declarado ódio contra Europeus, cultura europeia e descendentes de europeus em geral, aflora grandemente, e ao que parece os suntuosos tolos que pavoneiam a sua volta, para se fartarem com a fama indevida que foi conferida a Ribeiro, fingem-se de cegos ou de terem ouvidos moucos quanto as suas ofensas, como este excerto do referido texto pode nos mostrar:


“...O Brasil precisa aprender que aquilo é uma merda, que o Canadá é uma merda, porque repete a Europa. É para ver que nós temos a aventura de fazer o gênero humano novo, a mestiçagem na carne e no espírito. Mestiço é que é bom...”


Para se ter uma ideia de quão equivocado e ignorante em verdade Darcy Ribeiro era em função do que a Europa foi e poderia ter sido, um árabe que deixou um texto sobrevivente do ano 925 da vulgar era cristã, de nome Ibin Fadlan, citou de forma clara que:

“...os nórdicos não conheciam o chicote, embora tivessem escravos, eles os vestiam e os alimentavam como a eles próprios, e os tratavam com cortesia...”

O que denuncia que eles próprios não possuíam os hábitos e costumes que foram empregados com os escravos provenientes da África, que foram atestados posteriormente, embora tivessem uma organização social classista separada em  Jharl, Carl e Thral, e em adendo a estes dados, que os acima citados Godos, são um povo originário de uma ilha ao sul da Suécia, o que deixa bem claro de onde realmente provém os vícios que os Portugueses e Espanhóis possam ter apresentado, sendo que nenhum destes vídios já não era de uso dos povos indígenas presentes na América do Sul ou na América Central, onde ocorreu inclusive presença de civilização, como acima foi exposto.

Ribeiro – em “...Mestiço é Bom...” - ridiculariza os Portugueses e os Espanhóis dizendo que a dominação islâmica sobre a região destes dois países durou 900 anos, quando em verdade foi um período de 700 anos, e prosseguindo ainda mais em sua tolice ele diz “...como é possível que não tenham se arabinizado?...”, procurando ignorar que os povos descendentes dos Godos, eram naturalmente belicosos e nunca se entregaram, em verdade não foi nada agradável para os árabes dominar aquela região, em constante guerra e violência contra o invasor.

E quando se pensa que atingiu o limite do lamentável, ele afirma a América Latina como uma unidade, incluindo o Brasil nela, e que o Brasil e a América Latina como algo supostamente unido, são citados como sendo “...Roma...”, pois o excesso de população da América Latina e do Brasil fonte da falta de emprego e do aumento da miséria, o farão este mítico bloco unido abraçar o mundo, pois segundo as palavras do próprio Darcy Ribeiro :

“...Nós somos melhores, porque lavados em sangue negro, em sangue índio, melhorado, tropical...E haverá mil milhões de latino-americanos, que somos nós, os latinos. Só nós estamos com a cara lá, nós somos Roma...”

Ribeiro em suas falhas pérfidas esquecesse que o Brasil é literalmente odiado por outros países da América Latina, pois por mais que sejam países falantes de idiomas latinos, são países que falam “...espanhol...”, que em alguns casos ao retratar pessoas mais abastadas as apelidam de “...godos...” – uma herança recorrente dos tempos dos visigodos – que tem uma história ruim de contatos com o Brasil, como foi o caso do da guerra do Paraguai e do Uruguai, tanto é que houve uma situação torpe e conflituosa gerada pelo Polo de Extração de Gás Natural, feito pelo Brasil via Petrobrás, o qual foi roubado por Evo Morales presidente da Bolívia, recentemente.

Analisando os dados apresentados por J.Philippe Rushton, um dos maiores fatores que levaram os povos existentes na região ibérica a lançarem-se ao mar, além do local, relevo e necessidade, foi a capacidade de usar os meios que se apresentaram aos mesmos, melhor do que qualquer outro povo até aquele momento, e isso simplesmente pelo que aquele povo continha em si mesmo.

Darcy Ribeiro tenta forçar a cada pessoa oriunda do Brasil, uma ancestralidade indígena, ou de ressaltar as heranças africanas as vezes forçadas, em detrimento de todo e qualquer outro tipo de herança genética presente em cada pessoa presente no Brasil, para que as pessoas venham a supor que estão ligadas a Venezuela, Cuba e Bolívia, as quais são controladas por canalhas marxistas ou gramscistas,  que em verdade compõe a nata do verdadeiro povo, ou tipo de povo, que pessoas mal intencionadas querem inventar.

Para se ter uma ideia de quão canhestro e torpe é o estilo de escrita de Darcy Ribeiro, ele comete o erro absurdo e cretino de citar:

“...De fato, as teorias explicativas da história mundial não oferecem categorias teóricas capazes de explicar seja o poderio singular que alcançou a civilização Árabe por mais de um milênio de esplendor, seja a expansão ibérica, que criou a primeira civilização universal. Essa carência é que nos obrigou, em nosso estudo do processo civilizatório (Ribeiro 1968, 1972 ), a propor, com respeito ao mundo árabe, a categoria de império despótico salvacionista, enfatizando o caráter atípico de seu salvacionismo, que nunca quis converter ninguém. Simplesmente conquistavam a área, gritavam o Jihad e deixavam o povo viver...”.

O império islâmico, como citado acima por Ribeiro, que ou por ignorância completa do que o Alcorão é, ou por canalhice, ocultou o fato de que na shária – lei islâmica - praticar politeísmo – Xirq - é punido com morte, causado por apedrejamento ou por tortura, e que na região Persa, chamada em nossos dias de Irã, as mulheres perderam seus direitos, assim como as demais mulheres perderam todo e qualquer direito anterior, sendo relegadas a úteros comercializáveis pela própria Xária, e que os Sheiks ensinam até o presente momento, como se deve espancar a própria esposa.

Em verdade observamos uma coisa imensamente curiosa na obra de Darcy Ribeiro, seu repúdio recorrente de judeus, como sendo o cerne do capitalismo e da escravização burguesa – o comércio por eles praticado e o uso de juros, de certa forma, que tanto criam o ambiente de pesadelos da mente gramscista de Darcy Ribeiro – e o mais curioso é que ele tem este repúdio recorrente, vinculado de certa forma, ao mesmo tipo de repúdio que Lutero nutriu pelos judeus, que não aceitaram o protestantismo na Alemanha, pois em entrevista a Jô Soares, Darcy Ribeiro declaro que:

“...Pois, "Feliz a nação, cujo Deus é o Senhor"!!! "Infeliz a nação, cuja padroeira é uma imagem"!!! Agora que este “poste-baal” está sendo aos poucos deposto da vida dos brasileiros, as coisas poderão melhorar!!!...”

Isso não é surpresa, pois quando analisamos “...O Povo Brasileiro...” de Darcy Ribeiro, notamos logo no início de seu texto que ele próprio se afirma com sendo “...Homem de Fé...”.

Assim, ele nutre afeição real por tudo que ataca a igreja católica, mas nutre afeição declarada e aproximação religiosa com tudo que implica em universalização dos povos, pois Ribeiro deixou claro em seus textos seu desprezo pelos povos que não se miscigenaram e que mantiveram tradições antigas ligadas em maior ou menor grau com as tradições originais da Europa, por isso ele cita os árabes como “..expressão de civilização universal...” e o que os católicos fazem apenas como “...religião universal...”.

Esquecesse o inculto oculto que “...universal e católico...” são sinônimos, como atesta o dicionário!

Disso podemos notar que esta classe de “...comunista cristão...”, estranha e aparentemente impossível de existir, combina muito bem com a personalidade de Darcy Ribeiro, pois ele mesmo só admitia como correto aquilo que fosse Mestiço ou que desdenhasse de suas origens, quando as mesmas fossem de proveniência Europeia, e o catolicismo está mais próximo do paganismo que o protestantismo, embora tenha perseguido o mesmo.






Conclusão

Observando o andar dos tempos presentes, e a contribuição para os mesmos por parte de Darcy Ribeiro, concluímos que o mesmo era um falso erudito, que forçosamente logrou êxito em adulterar informações importantes que poderiam ter levado a sociologia no Brasil ou mesmo a antropologia a patamares melhores, maiores e mais elevados do que os rastejar medíocre que estamos testemunhando, atualmente.

Vemos pessoas que não conseguem ultrapassar barreiras de limites ligadas a raízes étnicas que são forçadas, em meio a faculdades e universidades, e que se veem prisioneiros de mestres, doutores e professores que os obrigam escrever e ditar as mesmíssimas coisas que Darcy Ribeiro escreveu, multiplicando seus erros em quantidade, plágio e demência, ao ponto de afirmarem em pleno século XXI que Cleópatra, de origem puramente macedônica era negra, porque ela vivia no Egito, o qual está na África – imagino que o faraó Ramsés II, o qual era ruivo e como a ciência já o comprovou, caucasiano, deva remexer seus ossos no esquife, cada vez que alguém cita uma aberração igual a esta.

Darcy Ribeiro prestou um desserviço ao Brasil e a cada brasileiro deste país, com sua obra gramscista e desequilibrada, pois para fazer de uma nação algo forte, é preciso um povo forte nascido do que é mais forte em meio a si, e não das invenções tolas criadas pela necessidade de abocanhar grandes somas de pessoas, com o intuito verdadeiro de impor o pensamento comunista – curiosamente vinculado a uma óptica comunista piegas, ainda mais risível do que as falhas de Marx ao tentar explicar as pessoas hoje chamadas de “...resilientes...”.

Darcy Ribeiro não era culto realmente, se o fosse não desprezaria a grande oportunidade que se aproximou dele mesmo, de ir além e explorar a possibilidade pré-cristã que pulsa em cada pessoa de ascendência europeia que reside no Brasil, pois ao analisa-la e usar-se da mesma em seus argumentos, encontraria força para ir contra o monoteísmo, falha universal do planeta, unificando realmente o povo Brasileiro em algo que até o presente momento, jamais foi sequer imaginado pela mente estreita dos que o defendem e dos que defendem a massificação universal, sob quaisquer que sejam as vias propostas.

O discurso de Ribeiro é falho, fraco e pobre, e somente encontra aliados e proxenetas para o mesmo, pelo simples fato de que as universidades estão abarrotadas de tolos nas áreas de humanas, que são incapazes de pensar ou de refletir, e que por isso mesmo querem abraçar para si mesmos um pouco do parco brilho falso de Ribeiro e de outros como ele mesmo, espelhando suas falhas sob novos e tolos argumentos, adulterando a história e os fatos históricos e cantando uma canção de mentira para ser repetida ao ponto de que o povo, burro como sempre foi, possa supô-la como verdade, fazendo com que os limítrofes durmam tranquilos em berço esplêndido, ainda que infecto.

Em verdade outros pensadores como J.Philippe Rushton, ultrapassam e comprovam claramente que ele está completamente errado, em diversas de suas teorias.














Bibliografia

O Povo Brasileiro - Darcy Ribeiro

O Quilombo dos Palmares - Edison Carneiro

https://www.academia.edu/2388582/HERNAN_CORTES_E_FRANCISCO_PIZARRO_HISTORIA_E_MEMORIAS

Guia do Politicamente Incorreto do brasil - Leandro Narloch

http://www.dicio.com.br/genocidio/

http://www.questaoindigena.org/2014/01/comunista-senil-confessa-esquerda-quer.html

http://forum.antinovaordemmundial.com/Topico-comunista-senil-confessa-a-esquerda-quer-estados-ind%C3%ADgenas-separados-do-brasil

http://coturnonoturno.blogspot.com.br/

http://www.averdadesufocada.com/index.php/poltica-interna-notcias-103/5810-1209-ndios-querem-muito-mais

http://www.emdireitabrasil.com.br/index.php/amazonia/454-pela-extincao-dos-indios-no-brasil.html

http://socialistamorena.cartacapital.com.br/mestico-e-bom-darcy-ribeiro/

http://thetruthcanhurt.com/TheAmericanIndian.htm

http://ebooksgratis.com.br/livros-ebooks-criticas-dicas/literatura-estrangeira/romance-devoradores-de-mortos-michael-crichton/

http://arqueo.org/visigotico/lex-visigot.html

https://www.youtube.com/watch?v=U0s13zu4wfM

https://www.youtube.com/watch?v=xuKqgvUCtGw

http://ebrael.wordpress.com/2014/04/14/clerigo-muculmano-do-brasil-ensina-como-bater-em-esposas/

Raça, Evolução e Comportamento: Uma perspectiva de História de Vida (“A Life History Perspective”) - J. Philippe Rushton
http://www.luzdoislam.com.br/br/muharamat-parte-2-a202.htm

http://www.tribunahoje.com/noticia/10190/politica/2011/11/20/zumbi-tambem-tinha-escravos-no-quilombo-dos-palmares.html








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